Boa noite treinadores.
A quinta distribuição comemorativa do ano já está disponível para todos os detentores de Pokémon X, Pokémon Y, Pokémon Omega Ruby e Pokémon Alpha Sapphire.







O processo não poderia ser mais simples, à semelhança de outras distribuições feitas no passado:

- Inicia o jogo Pokémon (dos quatro títulos compatíveis com este evento).

- Escolhe a opção “Mystery Gift”.

- Clica em “Receive Gift” e responde YES.

- Seleciona a opção “Get via Internet”, responde YES e novamente YES para te ligares à Internet.

- Aguarda enquanto recebes o teu Pokémon Mítico Manaphy.

- Fala com a rapariga das entregas em qualquer Pokémon Center para receberes o teu Manaphy.



- E não te esqueças de gravar o jogo!









E desta forma garantem o vosso quinto Pokémon Mítico comemorativo do 20º aniversário de Pokémon. O evento decorre até 24 de Junho. O próximo, Shaymin, chega em Maio.











Bom dia treinadores.



Ao contrário do habitual, esta rubrica não será sobre um episódio mas sim sobre os próximos acontecimentos no anime Pokémon XY&Z.






Open it up! The Path to the Kalos League!!
It's finally perfected! Ash Greninja!!
When Ash and Greninja's emotions become one during battle, Greninja's form changes, making it power up! They've finally become able to use this ability as they want!!
Their hearts became one!
While attempting to save the Spewpa from trouble, the two's hearts became one! This was the perfection of Ash Greninja!!
The Kalos League, which has always been Ash's goal, now finally lies before his eyes! He breaks into a dash towards it together with his friends!!
Ash has become Greninja!? When the two of them synchronize, their movements become completely identical!
"Truly one in body and soul!"
A hard wall of ice!
Wulfric's Abomasnow mega evolves! Will Ash and his Pokémon be knocked back once again!?
Challenging the Snowbelle Gym Once Again!!
During his first attempt at the Gym, Ash was unable to battle the way he wanted. Having now perfectly prepared himself, he once again challenges the Gym! Believing in his partners' strength, he goes into battle!!
Get a Hold of the 8th Badge!!
This is the battle that will determine whether or not Ash gets to challenge the Kalos League! If he doesn't win here, he can't continue on!!

Isto será já no próximo episódio a estrear no Japão: Ash-Greninja VS Mega Abomasnow! The Giant Water Shuriken Triggers!!








Super powerful opponents appear one after another at the Kalos League!
The Kalos League, where people battle powerful opponents that have all won their way through 8 Gyms, now begins! Who will Ash's opponents be!? Who will his rivals be!? Let us present the battles worth paying attention to!
We'll attack them with all our might!!

Se estão a pensar no mesmo que eu, não aquele Mega Charizard Y não é do Ash, mas sim do Trevor! Será explicado nas próximas páginas.






A massive gathering of Mega evolved Pokémon!!
Mega Evolution is a mysterious force only the exceptional people that are emotionally connected to their Pokémon can use! The battles fought by the competitors that have mastered this power... are likely to be enormously fierce!!
A clash between two Mega Charizard!!
In the first round of the tournament, two Charizard appear. Both of them can mega evolve, turning this into a showdown between X and Y! Which of them will win this overly heated fire battle!?
Mega Charizard Y
Charizard's mega evolution. Its Ability is "Drought", so the power of its Fire type moves is increased!
Mega Charizard X
Alan's partner Charizard mega evolves into Mega Charizard X! He is one of Ash's rivals.
Shota's Sceptile mega evolves as well!!
Shota gathered 8 badges before Ash, and won against him in battle once as well. His partner Sceptile is now able to mega evolve as well!
There are other mega evolved Pokémon as well!!
There are other competitors with mega evolved Pokémon in addition to Alan and Shota! Which of them will Ash go up against...?
Mega Absol: Its speed and attack power serve as its weapons! Ayaka's partner!
Mega Garchomp: The partner of Louis, who also battled Alan once.

Regressam os os treinadores do Mega Evolution Special Act I!








(Close up do placar onde estão as fotos do Alan VS Trevor)









Aim for league victory!
"I will definitely win my way through!!"
What is Ash's strategies!?
No matter who he battles, Ash always has a firm attitude! As always, he pushes forward with all his might! His strategies for winning the league are none other than these:
Strategy 1: Ash Greninja guarantees victory!!
Ash Greninja can easily pin down the opponent, the limit of its super power being not yet known! Are there really no Pokémon out there that that win against it!?
The giant "Water Shuriken" on its back roars for action!
Strategy 2: His 6th partner arrives!!
As Ash wins his way through the Kalos League, he reaches the point where he has to fight a 6-on-6 full battle. Ash currently has 5 Pokémon on hand. By adding one more Pokémon, his ultimate team is complete!
Take note of this episode as well!
Pikachu and the others end up getting separated from Ash and his friends inside a Trick House.
And then the ingenious trick devices inside the house puts them in tons of trouble!?

Confirmado o regresso de Goodra como o sexto Pokémon de Ash?
É que um dos próximos episódios antes da liga chama-se Find Carbink! Goodra and Dedenne!!


On their way to Lumiose City, Ash and his friends decide to stop by the wetlands where Goodra lives. Ash and the others are delighted at seeing Goodra again, but then trouble suddenly arrives!   Incredibly, a single Carbink appears to be going on a rampage in the wetlands. Ash and his friends attempt to stop the Carbink together with Goodra and the wetland Pokémon, but then Team Rocket show up.



É tudo por agora.

Apontem já nos calendários; a liga de Kalos começa dia 30 de Junho no Japão!


A menos de um mês do começo do Nacional e com a legalidade
de Fates Collide consumada, todas as atenções estão centradas no que ocorre em
outras paragens europeias. Neste fim-de-semana, a Alemanha foi a grande
contemplada, apresentando algumas novidades a nível de metagame. Robin Schulz
deu continuidade à versão de Toad/Tina de Fabien Pujol que atingiu o Top 4 em
França e logrou a obtenção do mesmo resultado por terras germânicas. Fatih
Akdemir confiou no metagame britânico e apostou em Trevenant que o fez chegar à
final. Houve inclusive um surpreendente Latios/Vileplume que entrou de rompante
e conseguiu chegar ao Top 8. Mas a cereja no topo do bolo, a luz dos holofotes
está direcionada para a genialidade de Marc Lutz, que agraciou o formato com um
novo cancro que promete marcar forte presença nos restantes Nacionais pela
Europa.


















O novo arquétipo, Turbo Toad, foi a resposta counter-meta
para o que se esperava que fosse popular na Alemanha. Seismitoad, Manaphy,
Regice, Articuno e Aegislash são as estrelas de um pelotão forte, pesadíssimo e
com resposta para qualquer tipo de matchup. Foi representado por 3 jogadores no
Top Cut, e chegou mesmo a vencer esse Nacional pela mão de Chrisowalantis
Amanatidis (completando uma final esquisita entre um grego e um turco…na
Alemanha).










And what a meme war it was, gentlemen.








Sou da opinião que a entrada em cena da nova potência
aquática vai mudar consideravelmente a composição do metagame nos próximos
tempos, e que as pessoas terão de fazer adaptações a pensar nisso mesmo. Não é
coincidência que Greninja e VespiPlume tenham tido uma prestação muito débil: o
metagame, enquanto conceito dinâmico, está em constante mudança e a receita
para a vitória está sempre em achar a chave para retirar capacidade de resposta
ao oponente. É possível que a aposta em decks de Erva seja deste modo mais
justificada, que Night March seja ainda o denominador comum na hora de decidir
a decklist final, e que quem vá para o Nacional numa postura mais séria aposte
numa lista que privilegie a consistência e o early game setup de forma a evitar
surpresas sobretudo agora que N reentrou no formato. Tenho algum grau de
certeza de que a maior representatividade de decks no Nacional português será composta
por Greninja, Night March e Seismitoad por apresentarem as apostas mais seguras
nesse sentido.










Mr. Toad is back in the game.








Não é fácil prever, de todo, qualquer singularidade que
defina o Nacional de forma a poder antecipar a jogada certa, sobretudo com a
pletora de talentos que abundam no país. É bem certo que o domínio dos
jogadores mais experientes tem sido notório e não deverá mudar muito visto que
os jogadores que entraram no jogo mais recentemente não atingiram um grau
relevante de sucesso nas competições anteriores e, a menos que aconteça algo
realmente surpreendente, as perspetivas apontam para a continuidade do
monopólio de quem já é um valor consolidado em Portugal. Existem, no entanto,
vários fatores a ter em conta e será sobre eles que me debruço na avaliação
daquele que eu considero que será o Top 8 no Nacional deste ano, bem como
algumas menções honrosas que podem perfeitamente chegar lá num dia bom.











Menções honrosas:











Telmo Pinto





Teve uma performance sólida ao longo de toda a temporada,
amealhando inclusivamente os top finishes suficientes necessários para garantir
o invite para o Mundial ainda antes do Nacional. A vertiginosa subida de
rendimento recente, que o coloca entre os melhores jogadores portugueses da
atualidade, é um fator que abona muito a seu favor; contudo, o garante dos
pontos necessários representa menor pressão para conseguir um bom resultado na
grande competição. Não é que ache que o Telmo não tenha capacidades para chegar
ao Top – é um dos mais sérios candidatos a lá chegar – mas as minhas outras
escolhas, tanto por necessidade como por outras variáveis, poderão ter aquela
margem maior de competitividade num evento que o próprio tem o privilégio de
levar mais para o fun. Pela via do seu extenso conhecimento sobre o jogo, no
entanto, o Telmo é sempre um concorrente forte que pode facilmente ultrapassar
os seus opositores quando empenhado e sempre um nome a ter em conta na possível
posição de vencedor este ano.








Bernardo Dias





Tenho em mim a ideia que o Soul seja um jogador com um
potencial tremendo e tem já um significativo historial entre as hostes
portuguesas. A temporada não lhe correu de feição mas é inegável o reconhecimento
de que a sua capacidade inventiva por altura de Nacionais foi determinante para
resultados passados que podem perfeitamente repetir-se quando conjugado com um
pleno domínio teórico e habilidade de ler o estado de jogo que o leva a tomar
decisões corretas ou a virar jogos em plena desvantagem. Acredito com franqueza
que a comunidade por vezes seja algo condescendente com ele mas ao mesmo tenha
consciente noção das suas capacidades, que terão de estar num dia de bom humor
para que se possa mostrar na sua plenitude. Será determinante que a sua escolha
de deck seja capaz de retirar capacidade de resposta ao oponente e proporcionar-lhe
situações em que possa tornear as ações adversárias; ele sabe exatamente o que
fazer em qualquer caso e isso dar-lhe-á imensa resiliência ao longo do torneio.








João Dionísio





Um nome ainda desconhecido pela comunidade, o Dionísio tem o
meu aval de ser considerado o melhor jogador de Coimbra. O seu único motivo
para não ter chegado mais longe prende-se com a sua indisponibilidade temporal
de se deslocar a mais eventos devido a frequentar Medicina, e nos poucos em que
vai não consegue habitualmente transcender o seu azar nos matchups (resultando
em, discutivelmente, maus metacalls). Conta com um Top 8 no seu currículo na
época passada, mas o seu parco feito não apaga a sua tremenda capacidade de ler
o jogo. O Dionísio consegue ser dos poucos jogadores que já enfrentei que
consegue intimidar-me devido ao seu jogo mental de agressividade extrema (uma
das suas especialidades) aliado à perceção plena do tabuleiro que o leva a
fazer pouquíssimos misplays. A falta de ritmo competitivo será porventura a
grande falha dele, uma vez que tanto na aplicação teórica como na prática
constitui definitivamente um jogador de categoria elevadíssima com francas
hipóteses de chegar longe no Nacional se vier bem preparado.














TOP 8











Oscar Batalha





O Oscar é um dos jogadores mais curiosos e intrigantes que
me lembro de ver jogar durante a minha curta carreira. Raramente as suas
escolhas são ortodoxas e a sua linha de ação passa sempre por arriscar em
composições meta-ish/tech-ish que não raras vezes lhe trazem grandes dividendos
(como o tremendo metacall de Sceptile no Regional de Lisboa em Abril). Como
representante máximo da Team Shizzle, fará questão de realizar uma boa
prestação no Nacional, mesmo com invite para o Mundial garantido, devido ao seu
estilo competitivo e determinado. A sua dedicação e a sua capacidade de análise
teórica são provavelmente os seus pontos mais fortes. Foi provavelmente a
escolha que me fez deliberar mais entre ele e o Telmo para quem conquistaria o
Top 8; ambos são extremamente consistentes nos seus resultados e perfeitamente
motivados, mas a experiência do Oscar neste tipo de eventos deverá dar-lhe a
margem necessária para conquistar o tão almejado lugar cimeiro.








Paulo Silva





Apesar de uma temporada abaixo das expetativas para o Paulo,
que arrancou já mais para o final, pode-se esperar de tudo de um jogador que
teve o seu auge no Mundial de 2014 com um brilhante Top 4 e tem, acima de tudo,
um vasto arsenal de recursos técnicos para bater a concorrência por um lugar no
Top Cut. O facto de ainda não ter garantido o invite para o Mundial constitui
motivação adicional para realizar uma excelente exibição nesta última
oportunidade de poder acompanhar a comitiva portuguesa na peregrinação anual à
terra da liberdade. As suas escolhas mais recentes têm a característica de
serem anti-meta (refletidas no seu deck de Vespiquen/Zoroark) e portanto
averiguar o quão bem o seu metacall dará frutos no Nacional é ainda uma
incógnita, mas a conjuntura existente coloca-o como um candidato claríssimo à
posição prevista.








Gonçalo Pereira





Tal como o Paulo, o Gonçalo também já conheceu os holofotes
que lhe expuseram ao Mundo e o elevaram para outro nível de competição com a
sua conquista do Top 8 no mesmo Mundial de Washington e trata-se, por isso, de
um jogador de enorme talento. Similarmente, esta temporada também não correu de
feição para o residente de Azeitão que apesar de tudo conseguiu ainda arrebatar
um Regional e chegar a Top 8 em Sines, onde foi derrotado por mim num jogo
absolutamente épico. De resto, também a última possibilidade de amealhar pontos
que o permitam ingressar no Mundial este ano é o grande propósito para o
Gonçalo que certamente encontrará nele todas as forças para chegar lá. O que me
pareceu, no entanto, é que tem tido flutuações de forma arrítmica no seu
desempenho: se num jogo consegue ser absolutamente perfeito, imparável e
prevenir qualquer reação por parte do oponente, no outro faz algumas misplays
cruciais passíveis de o prejudicar fatalmente em alta competição. As
circunstâncias dirão qual a sua posição pendular em tempo de Nacional onde a
concentração é chave.








David Ferreira





É o campeão em título e cabe-lhe a tarefa sempre hercúlea de
defender esse estatuto num ano onde a concorrência, embora não muito extensa em
quantidade, afigura-se como intensa em qualidade. O David, no entanto,
comprovou ser um jogador capaz de ultrapassar qualquer adversidade e tem
construído uma enorme reputação nos últimos tempos, fazendo já parte dos
quadros da FTW - equipa que embora especializada em League of Legends
estendeu-se recentemente para Pokémon – e alcançando Top Cut com regularidade
impressionante, ainda que sem a plena objetividade que outrora apresentara para
vencer eventos de maior magnitude. O cenário não deverá mudar para o Nacional:
embora o próprio possua confiança inabalável na sua capacidade, o que constitui
sempre um ponto positivo em competição, o metacall e a resiliência determinarão
o quão longe chegará no torneio. Jogador de extrema fiabilidade e tremendamente
talentoso, é uma aposta segura para chegar, pelo menos, a Top Cut, com fortes
possibilidades de chegar mais longe e até revalidar o título.














TOP 4











Bernardo Mocho





Tenho enorme consideração pelo Mocho enquanto jogador e
considero-o de uma inteligência lógica extraordinária (a sua forma de jogar
faz-me lembrar muito a do checo Ondrej Skubal, que é federado em xadrez e quase
punha as mãos no fogo em como o Mocho também é hábil nesse aspeto) que o
coloca, de forma quase natural e em praticamente qualquer competição em que
participa, numa escala mais elevada do que a média dos participantes. Por ter o
invite garantido ele pode relaxar e provavelmente dar lugar a quem ainda
precisa de pontos mas em circunstâncias normais o seu enorme poder de controlo
sobre o tabuleiro dão-lhe uma vantagem enorme para assegurar uma posição muito
elevada no fim do torneio. Vencedor do Regional de Sines e um jogador
amplamente respeitado na comunidade, não será surpresa nenhuma vê-lo vencer o
Nacional se tal hipótese tiver oportunidade de se apresentar.











Pedro Barbosa





Este rapaz é absolutamente incrível. Depois de um hiato de 6
anos, aparece no Nacional do ano passado como quem não quer nada e prostra a
concorrência a seus pés com relativa facilidade, seguido de uma época marcada com
285 pontos e com os excelentes resultados alcançados com Greninja, ele que
considero que seja o melhor jogador Nacional neste momento a jogar com esse
deck, muito apropriado ao seu estilo. Característico, conciso e assertivo, o
Pedro é uma séria ameaça para qualquer adversário mesmo em listas onde não se
sinta tão confortável e já demonstrou ter tanto o conhecimento como a
habilidade e até o mindset necessários para prevalecer neste Nacional; imaginem
o que ele possa fazer então com plena preparação. Gostava de o ver em ação no
Mundial pois sinto, na minha perspetiva, que apesar de toda a sua experiência
adquirida, ele ainda irá ter muito mais para mostrar. A ele, bastará uma
escolha segura que o consiga controlar os matchups que muito dificilmente não
chegará ao Top Cut, a menos que não queira mesmo, o que se afigura improvável
visto que com a recente recusa da TPCi em proporcionar um LC no Porto, ele se
verá forçado a dar o seu máximo para ir ao Mundial; e podemos esperar esse
máximo dele.











FINALISTA











Gonçalo Ferreira





A meu ver, o jogador mais completo a atuar neste momento em
Portugal. A sua maior força, o gameplanning, coloca-o num nível superior e a
sua performance no Mundial passado, que apesar de um débil Dia 2 conseguiu
ainda assim alcançar prestígio e números francamente positivos no Dia 1 entre
pares de classe mundial, garantindo-lhe uma imensa resiliência capaz de
responder às mais variadas adversidades. Mesmo com decklists que possam parecer
estranhas ou menos vistas, ele apresenta enorme grau de confortabilidade e
confiança nele mesmo, e a sua forma de modelar a estratégia do jogo a “três
dimensões” são atributos que fazem do Gonçalo um dos favoritos a vencer o
Nacional. Raramente se deixa enganar e possui uma atenção especial aos
detalhes, desenvolvendo o seu jogo como uma engrenagem onde todas as peças
encaixam na perfeição de forma a fazer fluir o seu funcionamento na sua
plenitude. Acredito que fará uma boa leitura do metacall e, ainda mais, que
tenha uma prestação ímpar em todo o torneio, independentemente da sua
qualificação final.














CAMPEÃO











Filipe Cardoso







Sendo o jogador português com mais CP nesta temporada, a
performance do Filipe tem sido irredutível e incomparável com a de qualquer
outro patriota: garantiu Top Cut em quase todas as competições em que
participou, e sempre com elevado nível de sucesso tanto técnico como
exibicional. O seu crescimento tem sido notório e é incontestável neste momento
o direito que ele tem de reclamar um lugar no Olimpo lusitano, que poderá ser
reforçado com uma eventual participação positiva no Mundial que o ajudará,
indubitavelmente, a desenvolver-se ainda mais e a criar um nome vincado na
comunidade internacional. A motivação do Filipe para esta temporada, adicionalmente,
surge com a possibilidade ainda firme de garantir uma posição no Top 22 Europeu
que disponibiliza viagem e estadia paga pela TPCi, algo que é de extrema
importância para a comunidade e que ajudará certamente na adoção de uma postura
mais solidária por parte dos concorrentes que desejam ajudar a que tal se torne
possível e que a comitiva fique a ganhar com a situação. Para tal, precisa de
vencer o Nacional. E dado o que mostrou esta temporada, no seu brilhante
momento de forma, o Filipe é neste momento o grande favorito e nele se
depositam grandes expetativas relativamente à grande competição portuguesa do
ano.










E, apesar de tudo o que possa acontecer, que imagens gloriosas como esta se possam repetir este ano. Boa sorte a todos!
















Bom dia treinadores.
Novas medalhas de Pokémon estão agora disponíveis na aplicação Nintendo Badge Arcade.









São 5 novos painéis e 29 novas medalhas no total.

























Bom dia treinadores.

Podem estranhar outra análise tão cedo, mas parece que PocketMonsters Fansubs está finalmente a apanhar a versão original japonesa. Ainda assim, estamos neste momento quatro episódios atrás.







Quanto a este episódio, Ash e companhia encontram um Shiny Phantump que se tinha separado dos outros Phantump, e resolvem devolve-lo ao seu habitat. Pelo caminho, vão ensinar o Phantump a conviver com outros Pokémon, pois havia estado sempre numa parte isolada da floresta, sem conhecer nada do exterior.



A Team Rocket ao contrário do que seria de esperar, não quer apanhar o Shiny Phantump por ser demasiado forte (o ataque Forest's Curse é aparentemente bem diferente do que nos jogos), mas sim tira-lo do caminho para poder apanhar o...Pikachu.



Nota final: 4/10 - Sem querer fazer spoiler, mas bastava uma pequena alteração para este episódio ser muito melhor. Potencial desperdiçado...







Felizmente, parece que voltamos aos bons episódios já no próximo.






Bom dia treinadores, é altura de mais uma actualização de Pokémon Shuffle.






O novo stage do Magmortar está agora disponível em Pokémon Shuffle.



Regressaram os stages do Kyogre e do Ash-Greninja, desta vez com a hipótese de ganhares um Skill Booster cada vez que os completas.

Finalmente, regressou também o stage do Carnivine em que podes experimentar itens sem pagar moedas.

Todos estes eventos requerem que actualizes o jogo para versão 1.3.10 e duram até dia 7 de Junho.



Boa noite treinadores.

É altura de mais uma análise ao anime de Pokémon XY&Z.







Neste episódio, Clemont tenta descobrir como se activa a transformação conhecida apenas como "Ash Greninja". Para isso, coloca-lhes umas pulseiras que indicam as ondas cerebrais e o batimento cardiáco.



Enquanto Ash e Clemont tentam sem sucesso ativar a transformação numa batalha Pokémon, eis que surge Alain. Zygarde (Squishy) esconde-se imediatamente dentro da mala de Bonnie, adivinhando o seu envolvimento com a Team Flare (talvez o outro Zygarde lhe tenha transmitido a informação).



Obviamente, Ash quer a desforra com Alain, que tem apanhou finalmente um segundo Pokémon: Metang. Pikachu queria alguma acção (coitado, parece que não tem uma batalha importante há muito tempo) mas Ash escolhe Noivern para uma mini battle com o Metang de Alain. Depois desta, temos finalmente o evento principal, a desforra de Greninja VS Charizard. Será que desta vez conseguem vencer?



Nota final: 10/10 - Este é daqueles episódios que não vão querer perder. Além das boas batalhas, temos também avanços na história de Alain/Team Flare e Ash/Greninja.








Próximo Episódio: The Forest's Curse and the White Phantump!!

Boa tarde treinadores.
A aplicação Nintendo Badge Arcade recebeu ontem novas Pokémon badges.













Além das novas, também 3 painéis antigos regressam.
Vai é ser mais difícil apanha-las todas, pois acabou a semana de 2 jogadas grátis todos os dias...








Boa noite treinadores.

É altura de mais uma análise aos episódios semanais de Pokémon XY&Z.







Neste episódio, Ash adoeçe com febre depois de treinar. Um treinador rockeiro houve a Team Rocket dizer que o Ash e o Pikachu são demasiado fortes, e corre para os desafiar. Portanto, Serena tem a ideia de se mascarar de Ash e enfrentar o desafio.



Nota final: 6/10 - Podem passar este á frente, puro filler.





Próximo episódio: Alan regressa para a desforra com um Metang, e Ash e Greninja têm uma Mega Bracelet? Deve ser bom!





Bom dia treinadores.

É Terça-feira, portanto dia da actualização semanal de Pokémon Shuffle.









Foi introduzida um nova mecânica no jogo: agora podes fazer upgrade aos skills dos teus Pokémon.



O item Skill Booster M permite-te aumentar o skill de qualquer Pokémon, mas certos stages apenas evoluem um Pokémon em especifico (como o novo stage do Groudon, que apenas evolui o skill do Groudon).

Actualizado: Aparentemente funciona em todos os stages do jogo, desde que já tenhas apanhado o Pokémon do stage, podes evoluir-lhe o skill ao repetir o nível. Ainda não foi descoberto ao certo o método de garantir que isto aconteça sempre.









Por falar em novos stages, além do Groudon regressar tens o novo stage do Electivire. Este stage custa coins sequer para tentar, pelo que é aconselhável que uses items ao tentar apanha-lo, bem como o Mega Aerodactyl para remover aquelas rochas chatas.





Outro novo stage é o Pokémon Safari, em que podes apanhar Drowzee, Hypno, Frillish, Jellicent, Elgyem, Beheeyem e Mesprit. Ao trazeres Pokémon que já tenhas apanhado no Safari, aumentas as hipóteses de aparecerem moedas! Portanto aproveitem para amealhar enquanto o Safari estiver disponível, com os novos stages a pagar bem vão precisar...










Se te qualificaste a semana passada, receberás hoje a Swampertite, bem como possivelmente um Attack Power e um Raise Max Level. Se participaste mas sem sucesso, recebes um Disruption Delay.






Ontem eu e mais dois amigos da Liga de Coimbra deslocámo-nos ao Porto para disputar o PokémonCardMarket Challenge, o culminar de uma série de desafios espalhados por Portugal iniciados pelo Danny Rangel da Arena Porto e que contou com uma passagem também por Coimbra, denominados de Trial, que garantiam aos vencedores vouchers com um determinado valor no site da CardMarket, bem como um bye para o grande evento na cidade invicta. Assim o foi e, para refletir a importância do torneio, os prémios também foram de uma escala proporcional excelente, dado que este fora um evento sem suporte por parte da TPCi (o primeiro lugar recebeu voucher de 80 euros e um staple card, o segundo recebeu 40 euros e 6 boosters, por aí em diante).









A santíssima trindade conimbricense do scrubismo na Rua de Santa Catarina logo após o evento. No meio está uma personagem qualquer conhecida país fora pelo seu shitposting.






Há que destacar, no entanto, a afluência negativa por parte da comunidade, em parte devido ao preço de inscrição do torneio e ao seu carácter não-oficial (leia-se, sem atribuir CP). Com apenas 14 inscritos, ficou a ideia de que a comunidade pouco quis saber de uma competição com um payout relativamente elevado, dirigindo-me sobretudo aos mais novatos da região Norte que são de comparência regular nas Beginner's League mas que se fizeram ausentar de uma competição de nível ligeiramente mais elevado: um erro crasso visto que o suporte para Top 8 esteve sempre garantido independentemente dos inscritos e a probabilidade de se colocar em boa posição era francamente favorável até para quem não tem muita experiência de jogo; além do mais, sendo a última competição relevante antes do Nacional (ainda que num formato diferente), aproveitar a ocasião para treinar e ganhar rotina nunca é de descurar. O Norte assumiu-se nos últimos anos como o maior motor de desenvolvimento do Pokémon TCG em Portugal mas neste dia específico, tal não se comprovou. Começo a ter as minhas dúvidas acerca do crescimento da comunidade em definitivo nesta temporada. Averiguarei mais tarde se continuamos num aparente declínio ou se o Nacional consegue dissipar as minhas dúvidas e aliviar a minha mente.













Para este Challenge, decidi voltar às origens e levar a minha inovadora versão de Seismitoad/Giratina com tech de Latios e Garbodor com o qual me qualifiquei em 2º lugar no Regional de Sines em Abril último. Ao contrário do que muitos possam pensar, eu acredito que Toad/Tina continua incrivelmente relevante neste formato apesar de todo o hate à volta dele (na forma de Grass, Straight Toad, Greninja, Jirachi e milhões de outras coisas): a grande diferença está em montar uma lista consistente, útil, usando apenas o estritamente necessário, e ter um gameplan funcional com a capacidade de encontrar resposta às especificidades do deck adversário. 





A grande fraqueza de Toad/Tina continua a ser Jirachi XY67, uma grande dor no traseiro para decks que joguem somente Special Energy como Night March (que usa Puzzle of Time e pode dar-se ao luxo de passar um turno sem perder um item lock como faz o Sapo) e Vespiquen/Vileplume, que é cancerígena o suficiente para impedir que um Jirachi entre em campo em primeiro lugar. 


Para contornar a situação, muitas pessoas optaram por usar Puzzle of Time nos seus Toad/Tina e irei explicar porque motivo não concordo: Puzzle of Time é sobretudo um item de consistência e não de recuperação; o seu propósito principal é fazer elemento de ligação entre o que se tem e o que se quer, motivo pelo qual é fulcral em Night March via Battle Compressor e acelerando ainda mais o seu motor de jogo. Sem condições para aceleração ótimas, ter Puzzle of Time em Toad/Tina são slots desperdiçados em situações onde se quer outro tipo de cartas (disrupção ou consistência direta) e que muitas vezes acaba por se ter apenas 1 de cada vez na mão, com a agravante de um bom jogador de Toad/Tina nunca ficar sem energias prematuramente decaindo mais a utilidade de uma carta que, em mirror ou noutros matchups de item lock, é inútil. Nunca tive problemas de energias em Toad/Tina em jogos que não sejam contra energy denial, e se tenho é porque o jogo correu anormalmente mal a nível de draw/necessidade de discard a esse respeito. 4 DCE e 4 DDE é mais que necessário e há vezes até em que as energias estorvam o meu hand draw e não me deixam ter os 1-ofs necessários através de Set Up que muitas vezes gostaria de ter a dada altura.









Best friends forever <3





Latios e Garbodor, como irão confirmar na descrição de rounds mais à frente, são absolutamente necessários na minha estratégia contra decks que porventura serão maus matchups para Toad/Tina, cada um na sua utilidade própria, sem sacrifício de muito espaço e com um retorno absolutamente decisivo quando funciona. Admito que estes dois techs ganharam-me todos os meus jogos no Challenge e que sob as circunstâncias corretas adquirem o controlo do jogo.


A ideia do Latios, sugerida inicialmente pelo João Dionísio, já tinha sido abordada por mim no meu report de Sines através do temível donk de Fast Raid que elimina a maior parte das ameaças do metagame no primeiro turno através da correta combinação; se não tinha sido prevalente no Regional, no Challenge então foi decisivo para os meus bons resultados.


O Garbodor foi uma adição originalmente minha proveniente da necessidade de dar counter a um metagame agora muito dependente do uso de abilities, mas também da abada que o Bernardo Dias me deu no City de Lisboa em Fevereiro com o seu fun deck de Seismitoad/Malamar/Aromatisse (que para mim não foi tão fun) mas que como depois confirmei, desliga muitas das estratégias agora existentes e que são uma ameaça enorme para o Sapo (Aegislash, Octillery, Gallade, Slowking, Zoroark, Carbink Safeguard, Greninja BREAK, Trevenant, Vileplume, e muito muito mais) e consegue dar a volta a matchups que outrora seriam complicados.





O Challenge acabou com a vitória do Oscar Batalha, que se apresentou com uma intrigante combinação de Manectric/Wobbuffet com tech de Lugia. Não o vi em ação ao detalhe pelo que não sei determinar a sua estratégia exata, mas foi o suficiente para atravessar o mar de Greninjas e levar para casa o primeiro posto. Derrotou na final o João Lopes, que tinha precisamente Greninja que usa dois Shaymin, e antes na meia-final levou de vencida o Pedro Barbosa também com o mesmo Greninja sem apoio de Octillery ou Shaymin, uma versão mais direta. Eu, com Toad/Tina, completamos o constituinte do Top 4 do Challenge.






Último round dos swiss pairings, onde a concentração dos jogadores é evidente. © Arena Porto









Round 1: José Pedro Pacheco (Night March) LW - 0-0-1





Desde Fevereiro que eu não começava um torneio por outro resultado que não a vitória e muito disso deveu-se à boa prestação do meu primeiro adversário que conseguiu aproveitar dos meus péssimos começos nos games 1 e 3. Admitidamente não estou habituado a ter inícios onde não consigo ter acesso a um Supporter de draw ou Ultra Ball mas aconteceu por duas ocasiões neste jogo, onde hilariantemente eu, começando com Shaymin, consegui sobreviver um turno contra um Joltik que não conseguiu arranjar forma, surpreendentemente, de descartar qualquer Night Marcher no seu primeiro turno mesmo depois de ter usado Sycamore. Rapidamente perdi o game 1 devido à horrível mão que tinha mas consegui levar o game 2 graças ao meu acesso a maior consistência e facilidade em lhe conseguir retirar energias da sua parte do campo que, conjugado com Giratina, o objetivo passava por lhe privar de qualquer forma de conseguir colocar mais. Embora o José usufruísse de Enhanced Hammer e Xerosic, que conseguiu efetivamente usar com algum sucesso, os Puzzle of Time demoravam em vir e com essa conjugação consegui empatar o jogo, não sobrando mais tempo para concluir uma terceira contenda.











Round 2: Eduardo Madeira (Greninja) WLW - 1-0-1





Game 1: Latios Donk.


Game 2: Apesar da infelicidade de nos termos cruzado tão cedo, saberíamos que pelo menos um de nós ficaria pelo caminho naquele duelo e que não haveria providências a tomar, pelo que jogámos o jogo pelo jogo a fim de decidir o melhor percurso de acordo com os matchups seguintes mas acabámos por tomar o curso competitivo de qualquer maneira. O Eduardo conseguiu colocar os seus Greninja em campo e conseguiu começar a distribuir dano e fê-lo de forma a que eu não conseguisse responder com as armas que tinha. Fiquei orgulhoso do meu colega de Liga por me ter levado este jogo com tamanha facilidade.


Game 3: Latios Donk.











Round 3: António Sá (M Rayquaza/Jolteon) W - 2-0-1





O António surgiu em cena com um deck que ainda não tinha visto no panorama nacional e que tem conseguido muitos bons resultados a nível europeu, a combinação de M Rayquaza-EX que consegue produzir um dano massivo no primeiro turno de jogo com Jolteon-EX, a solução contra as maiores fraquezas do deck: básicos pequenos capazes de ganhar no prize trade, como é o caso evidente de Night March. Contra mim, essa estratégia tornar-se-ia mais clara visto que com Jolteon à frente, sou impedido de lhe matar os Pokémon e possuo pouca resiliência para causar OHKO. Contudo, Rayquaza é um deck com muitas fragilidades e formas de conseguir dar a volta, algo mais assertivo quando se joga contra um deck cujo propósito é travar e desabilitar. Com Garbodor em campo desde cedo, o António não conseguiu colocar nem Hoopa nem Shaymin para produzir o setup desejado, e começou por tentar alimentar um Jolteon visto que seria essa a sua prioridade, mas fiz questão de não deixar que esse Jolteon fosse uma ameaça. Em ambos os jogos, a presença de Garbodor e Giratina a impedir investidas por parte de Zoroark e Rayquaza, bem como a necessidade de Jolteon necessitar de 3 energias elétricas para fazer algo incapacitou grandemente o António, que fez uso de Xerosic para me travar, com um erro terrível: tirou a DCE que estava no meu Giratina, ao invés da tão preciosa DDE e deixou-me atacar por mais um turno. Essa ação permitiu-me vencer o jogo com algum grau de confortabilidade visto que os recursos dele acabavam ali. Deu-me a impressão que o António tem um grande arsenal disponível e fez um significativo investimento no jogo mas que lhe falta ainda alguma sensibilidade táctica e experiência física, algo que pode perfeitamente ser colmatado com uma maior incursão teórica e com alguém que o guie na direção certa, porque o António seguramente tem recursos para se tornar um jogador assinalável se assim desejar.











Round 4: Pedro Barbosa (Greninja) LW - 2-0-2





O Pedro é, neste momento, discutivelmente o melhor jogador de Greninja em Portugal. Venceu um Regional com essa escolha e produziu uma panóplia de bons prestações que lhe estão à porta de garantir uma presença no Mundial deste ano. Depois de ter estado em hiato desde 2009, voltou em 2015 para chegar ao Top 8 de rampante e esta época tem estado algo errático nas suas participações mas sempre em grande nível exibicional quando comparece.


Costumo dizer que a confiança é tudo quando se joga Pokémon e talvez por isso devia ter tomado outra atitude relativamente ao Pedro, quando me deixei levar muito pela intimidação do mau matchup. Isso quase sempre resulta numa pose mais confortável para o adversário que não precisa tanto de temer quem está do outro lado e pode por esse motivo tomar decisões de forma mais tranquila e evitar errar. O objetivo passava acima de tudo por garantir pelo menos um empate, perdido estava o coin flip, e a única forma de o garantir era levar muito tempo no game 1 e acreditar no donk no game 2. Nem isso acabei por conseguir: a sua versão de Greninja providencia-lhe uma grande aceleração praticamente imune a item lock proveniente de Seismitoad e as tentativas de poder de alguma forma baralhar o jogo do Pedro eram respondidas por ataques diretos que fragilizavam a minha posição e forçavam-me a descartar ofensivamente os meus Pokémon pelo que a tentativa de pelo menos perder tempo durou alguns minutos, mas não o suficiente.


Game 2: Mão inicial de DDE e Float Stone, Trainer's Mail para Ultra Ball, a partir daí Hoopa, Latios e dois Shaymin, DDE attachment, retreat para Latios, descartar cenas e Set-Up para um Trainer's Mail que me deu o Muscle Band com alguma facilidade. Tanto eu como o Pedro nos rimos. Donk.


Ao início do Game 3, percebemos que bastava o Intentional Draw para garantir todos os pretendidos no Top (eu e o Oscar, amigo do Pedro) e que não valia a pena jogar mais.











Tabela ao fim de 4 rondas de intensa competição.










Top 4: João Lopes (Greninja) LWL - 2-1-2







Perdi o coin flip inicial uma vez mais. A partir daí a minha confiança desmorona-se uma vez mais e as minhas probabilidades de vencer reduzem drasticamente. Devido a isto, fico algo nervoso e faço alguns erros de iniciante quando tento fazer o meu jogo, que incluem colocar um Shaymin... enquanto estou com o meu próprio Garbodor. Ha ha ha. Mas na altura não teve piada. Perdi progressivamente controlo de um jogo que por parte do João chegou a ser fácil o suficiente para me derrotar sem grande oposição. Tinha de fazer mais.


No game 2, no entanto, tinha que aproveitar o fator donk, e dou por mim de contente quando começo com um Latios!! Ainda por cima o João começa apenas com um Pokémon. Estava jubilado. E depois ele flipa-me o raio de um SHAYMIN. Um Shaymin. Em Greninja. Em situação de donk. O mundo veio-me abaixo, não antes sem ruidosa reação da minha parte, incrédulo com o que via. Pois, o Greninja do João jogava um par de Shaymins para dar consistência. Mas acabei por aproveitar isso mesmo à minha vantagem. Tirei-lhe um Froakie bastante cedo e fiquei com 5 prémios, coloquei Garbodor para impedir mais truques, pus Seismitoad e Giratina prontos a atacar e fiz rotação entre eles através de prize denial e stadium denial com timings preciosos ao qual ele responderia apenas defensivamente. No tempo certo, um Judge seguindo de KO's seguidos a ambos os Shaymin retirou-lhe recursos e era uma questão de tempo até que pelo menos um Greninja BREAK se fosse. Com o Megaphone dele nos prémios, e sem ele retirar nem um prémio devido à conjuntura do jogo, consegui levar de vencida aquele que foi o jogo onde tive a melhor performance em toda a minha carreira, não conseguindo eu acreditar sequer no que tinha acabado de fazer.




Era um bom presságio para o game 3, onde o grande objetivo seria empatar quanto tempo fosse possível para levar o jogo a Morte Súbita, sabendo que se perdesse prémios esse objetivo seria severamente comprometido. A mesma estratégia de rotatividade e prize-denial aplicou-se, mas fui forçado a descartar ambos os meus estádios muito cedo, pelo que desta vez ele conseguiria ter free retreat e heal todos os turnos, complicando a minha tarefa decisivamente. Fazendo então Quaking Punch, aguentei o máximo de turnos que pude com Rough Seas sucessivos e levando apenas 50 pontos de dano com abilities desligadas devido ao Garbodor em campo. Na altura decisiva de dar prize denial, no entanto, o meu último Super Scoop Up, falhou, fui forçado a entrar com Giratina, e o João conseguiu dar uso ao seu VS Seeker, que depois deu seguimento a Skyla e sucessivo Megaphone, conseguindo usar abilities, e com 3 Shurikens, ter levado 4 prémios dando OHKO ao meu Seismitoad retirado com apenas 20HP restante, onde entrou Greninja XY, e também ao único Shaymin que tinha com 2 Shuriken de 60 de dano. Estando o meu último Shaymin nos prémios, não havia nada que pudesse fazer para dar draw de mais cartas que me pudessem ajudar a sair da situação (Lysandre para Shaymin de forma a ganhar prémios já em tempo de turnos) e perdi o último jogo, atirando-me para fora do Top 4, ficando no entanto, o jogo intenso e uma prestação da digna da minha parte, bem como ficou evidente a superioridade do João bem assente num duelo em que a clara desvantagem não se evidenciou tão veementemente.







João Lopes: charme, estilo, um dos melhores jogadores portugueses e um punhado de sorte que me fez roer as unhas.








Bom dia treinadores.



A aplicação Nintendo Badge Arcade faz hoje seis meses de existência, e para comemorar está a dar 2 jogadas grátis por dia! Se quiseres comprar jogadas extra, estas estão também com 50% de desconto.









E claro, temos novas medalhas de Pokémon onde gastar todas estas jogadas.



















Boas Pessoal,



Quem me conhece sabe que sou bastante curioso, quero saber tudo de tudo e quando esse tudo acontece.



Se eu podia ser feliz assim? Claro que podia, mas não seria a mesma coisa!

Mas há 3 anos atrás, quando saiu o Pokémon X e Y, disse, a mim próprio e aos demais presentes no IberAnine OPO2013, que quando saísse uma nova geração eu ia fazer abstinência de novidades de Pokémon até ao lançamento, para saber das novidades apenas ao passar o jogo.



E pronto, aqui estou eu a escrever aquilo que vai ser a minha vida durante os próximos meses, até à saída de Pokémon Sun e Moon, uma vida miserável em que terei de evitar todos os sites e blogs de Pokémon; o Facebook também é uma boa fonte de spoiler, por isso nada de redes sociais; sites de imagens então nem se fala; e os amigos sempre que falarem para mim terei de ter cuidado, não vão ser spoilers camuflados de mensagens carinhosas.



No meio desta confusão toda ainda me permiti ver os starters (1ª formas) e lendários (neste momento sem nome apresentado), e é deles que eu vou falar agora, pelo menos da minha opinião e previsões para as ultimas formas.




Starters:


Como é óbvio já escolhi um starter, já que não vou conhecer as ultimas formas até jogar, e o starter escolhido é:


 



Rowlet









Como o nome (quase) indica, é uma roleta russa, tanto pode sair daqui um Pokémon espectacular como um Pikachu (vocês sabem que eu odeio o rato amarelo).

Já estava à espera de um Pokémon ave para starter de erva há algumas gerações. A escolha não foi feita pelo design, que se não o escolhido seria o Litten. Do Popplio, falo mais à frente.



As minhas previsões para as últimas formas (podem-me avisar se eu vier a ter razão, que nunca tenho):



Rowlet, sinceramente nem sei o que esperar da evolução deste pequeno terror;

Litten, claramente será um grande tigre dentes de sabre, de dark e fire;

Popplio, estou a imaginar um poké de water e fairy. Este Pokémon é tão circo, com todas as acrobacias e balões. E vai ter a melhor evolução final dos três starters.




Lendários:


O leão está tão perfeito que eu quero o Moon, já imagino a minha equipa de morcegos: Crobat, Gliscor, Swoobat, Noivern e este "Moon, o Drácula".






Bats for the win






Abraços a todos os treinadores que, como eu, só querem “catch them all!”.

E um abraço especial para aquela única pessoa que só quer é "Evitá-los todos!".



Marcelo, O Tutan Greem





Não deixem de visitar o outro projecto em que estou a trabalhar:

www.megazine.pt



Boas treinadores, 





Neste artigo vamos tentar analisar todos os pequenos pormenores que podem ter passado despercebidos entre as notícias de Pokémon Sun e Moon. A promessa de Junichi Masuda foi cumprida e o que nos chegou através do YouTube da Pokémon Company foi um generoso manancial de informação, sobretudo visual.





Entre muitos outros pormenores, destacam-se três spotlights essenciais: a revelação de uma nova região baseada no arquipélago havaiano, Alola, e a revelação das formas básicas dos três Pokémon iniciais da região, assim como os dois Pokémon lendários 'mascote' de cada versão.





Assim passamos ao desafio, a duas mãos, de desconstruir tudo o que nos chegou em termos de novidades, com particular ênfase nos três elementos acima mencionados que foram alvo de maior destaque.





Em primeiro lugar, vamos falar sobre a footage dos vídeos introdutórios, aproveitem para ver ou revê-los aqui.











Presumivelmente no inicio da aventura, o protagonista recebe uma videochamada deste sujeito (professor Pokémon?) para ir buscar o Pokémon inicial e o Pokédex.












Tal como em Pokémon X e Y, é-nos dada a opção de tonalidade de pele/cor dos olhos.

Desta vez com uma tonalidade extra ainda mais escura, o que é apropriado dada a inspiração havaiana da região.












Ainda em casa, o protagonista conhece o tal sujeito.

Reparem nas caixas, é indiciado que o nosso personagem acabou de chegar à região.












De volta ao quarto, o nosso protagonista equipa-se para a aventura, tal como em Pokémon X e Y.












Ainda em casa, vemos a mãe do nosso personagem (que é estranhamente semelhante à Shauna) e um Meowth doméstico (aparentemente pequeno mas é de salientar que as proporções de humanos e Pokémon mudaram em relação à tridimensionalidade de XY e ORAS).













Finalmente na rua, Kukui dá-nos as boas vindas a Alola. 


"Cousin" não indica que ele seja primo do protagonista, é apenas uma saudação comum no Havai.












A nossa mãe fica a ver-nos partir em aventura, como de costume, apenas não nos despedimos dela na cozinha/sala comum. Vinte anos volvidos e a tradição permanece.












O nosso protagonista dirigindo-se para o laboratório Pokémon.













Repararam nas pedras pintadas/gravadas de inspiração polinésia? São semelhantes ao Strange Souvenir queo jogador recebe em Kalos.










Aqui está ele, relembrando-nos que esta região é bastante longínqua de Kalos. Mas isto não significa que não possam estar interligadas.












Chegamos à aldeia, isolada nas montanhas, onde se encontra o laboratório Pokémon regional, centro de investigação do Professor Hala (edifício em segundo plano, à esquerda).













Ao atravessar o palco central, pode-se observar a entrada de uma floresta (muito provavelmente a floresta inicial à semelhança de Viridian, Petalburg e outras) a norte.





Nota relativamente a este palco de madeira. Em Pokémon Ranger: Guardian Signs, jogo spin-off para a Nintendo DS, temos uma visão de um palco semelhante, numa região também ela tropical e de inspiração havaiana. Coincidência?























Parece que o Kukui é somente um ajudante, este é o verdadeiro professor.


Vamos finalmente receber o Pokémon inicial.












Este rapaz deve ser o nosso rival, e reparem nas semelhanças com Sawyer/Shota de Pokémon XYZ. Aparenta ser um rapaz/rapariga (dependendo da escolha de género do jogador) bem-disposto mas será o único rival ou haverá um grupo de amigos tal como em Kalos?













É possível observar novamente a entrada para a floresta inicial. Tem mais duas "pedras pintadas".













Rowlet diz "Koo" tal como qualquer coruja que se preze...




A primeira opção de escolha é, seguindo a tradição, o inicial de Erva, representado pelo altamente adaptável Pokémon Grass Quill, Rowlet. Este Pokémon consegue voar silenciosamente pelos céus, aproximando-se do seu adversário sem ser detetado. Pode atacar os seus adversários utilizando pontapés poderosos e ainda atacar à distância com folhas extremamente afiadas, integradas nas suas penas. O Rowlet observa o ambiente que o rodeia, rodando o seu pescoço quase 180 graus, de frente para trás, para poder ver o que se encontra mesmo atrás de si. Nas batalhas, o Rowlet roda a cabeça para olhar para o seu Treinador enquanto aguarda instruções.












...e Litten diz "Mrowr" como todos os gatos...




Fogo é representado pelo calmo Pokémon Fire Cat, Litten e é a segunda escolha para primeiro Pokémon parceiro. O pelo do Litten é rico em óleos e altamente inflamável. Penteia-se constantemente, lambendo o seu próprio pelo que utiliza para fazer bolas. Em seguida, incendeia estas bolas de pelo para lançar ataques com bolas de fogo. Quando Litten muda de pelo, todo o seu pelo antigo arde num fogo glorioso.












...mas Popplio diz "Bwark"? Será que este leão-marinho é parcialmente cão? 


Bom, costuma dizer-seque estes mamíferos aquáticos são os "cães do mar", portanto talvez faça sentido.





 


Por último, para os adeptos da água, a terceira opção é o acrobático Pokémon Sea Lion, Popplio. O Popplio consegue fazer balões de água proveniente do seu nariz e utiliza-os para criar vários ataques e estratégias diferentes nas batalhas. Este Pokémon desloca-se melhor na água do que em terra e consegue nadar a uma velocidade superior a 40 km/h. Em terra, utiliza a elasticidade dos seus balões para executar manobras e saltos acrobáticos.















Aqui podemos observar o nome do Professor Hala.




Para não variar, o nome do professor é uma planta da região.










O protagonista recebe o Pokémon nos braços, momento cute.















O treinador agora permanece em campo em algumas circunstâncias de batalha e neste caso o Rowlet roda a cabeça para o ouvir melhor, o que é simultâneamente prático e... perturbador.








Reparem como já não existem aqueles estranhos círculos no chão em torno do Pokémon. Treinador e Pokémon estão plenamente integrados no ambiente que os rodeia, seja qual for a perspectiva da câmara de batalha, o mesmo acontecendo com treinador e Pokémon adversário. Destaca-se uma maoor diversidade de ângulos de câmara, o que contribui bastante para a imersão e dinâmica das batalhas.











Rowlet tem um novo signature move chamado Leafage, que consiste em atirar penas-folhas ao adversário.














Litten lambendo o pelo, que é inflamável.









É possível observar também o adversário em campo do lado oposto.


No entanto, foi apenas nesta batalha especifica, talvez esteja limitado a treinadores importantes (como o rival).











Popplio exibindo-se, como um artista de circo.













Popplio e Litten não têm signature moves quando começam, apenas Water Gun e Ember respectivamente. Talvez os recebam mais tarde.












Chegando á maior cidade da ilha, é possível ver um porto à esquerda da imagem.














Os NPCs viram o corpo quando passas por eles, uma feature que anteriormente apenas tinha sido ligeiramente aplicada aos treinadores. E será que voltou o sistema de táxis de Pokémon X e Y?












Este é a única imagem que temos da protagonista por enquanto, e também do ambiente nocturno.


















Esta é a região de Alola!


Não se enganem pelo aspecto pequeno, deve ser somente uma das várias ilhas a que podes viajar.








Depois de termos visto algumas imagens, é possível observar:



  • A casa do protagonista, ou seja, a tua (a azul, pouco acima da casa na praia mais à direita);

  • Um vulcão adormecido;

  • Algumas zonas de água com pequenas ilhas, delimitadas por rochas;

  • Três Pokémon Center pelo menos;

  • Possivelmente um Pokémon Mart;

  • Um porto, para viajar para outras ilhas;

  • O laboratório Pokémon e a praceta em que recebes o Pokémon inicial;

  • A entrada de uma gruta;

  • Um cascata;

  • Uma floresta na montanha;















Analisando o mapa do arquipélago havaiano, parece que começamos na ilha correspondente a Oahu, perceptível pela comparação da ilha com a que se apresenta na arte do jogo e de pormenores geográficos que nela se podem identificar como, por exemplo, o porto correspondente a Pearl Harbor em Pearl City, perto da cidade de Honolulu, capital do estado. Pode haver um ginásio em cada uma das ilhas mais pequenas, com a ilha Hawaii a ter espaço para vários.





O que é certo é que, muito provavelmente, será permitido ao jogador circular entre várias ilhas, não se sabendo para já se a região de Alola conta também com oito ilhas como o arquipélago que lhe serve de inspiração. Honolulu e Oahu servem assim como inspiração para a cidade e ilha inicial, respectivamente, o que não deixa de ser estranho dado que a capital havaiana é também ela a maior cidade do arquipélago e a escala que o mapa deixa antever não é, de facto, a de uma big city como Lumiose em Kalos ou Castelia em Unova, nem tão pouco é regra começar a jornada numa grande cidade. Parece que Honolulu não será a base da grande cidade regional, isto se existir de todo.













De qualquer forma não restam dúvidas de que a ilha de Oahu, numa projecção realista do jogo para o arquipélago havaiano, é onde tudo começa, sendo que alguns locais da primeira ilha de Alola remetem de imediato para localizações da ilha bem evidentes.





Entre outros elementos, eis o que podemos apontar com absoluta certeza:





  • Pearl City/Harbor e Honolulu - a zona citadina e portuária da ilha; 































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  • Diamond Head - a cratera vulcânica ao sul da ilha (Pearl, Diamond... ok.)


















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  • Magic Island e praia de Ala Moana - na baía de recife a sul da ilha;








 





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  • Waimea Falls (Waimea Valley) - Quase imperceptível mas a localização da cascata não deixa espaço para dúvidas















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  • Chinaman's Hat - rochedo isolado numa baía na costa este da ilha;





Em alernativa, poderá representar a Rabbit Island e praia de Waimanalo, também em Oahu,  sendo que esta localização foi partilhada pela Pokémon no seu Twitter, numa foto promocional ao peluche do Beach Walk Pikachu que serviu como um 'piscar de olho' à próxima região da série principal;















Chinaman's Hat




Praia de Waimanalo. Em último plano, à esquerda, Rabbit Island.











Imagem promocional do Beach Walk Pikachu, fotografado na praia de Waimanalo (via Twitter).




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  • Gruta/Ruínas a norte - esta estrutura na costa nordeste da ilha é de difícil identificação por aparentemente ser original, ou seja, não ser baseada num monumento concreto, seja artificial como natural. Parece no entanto ser fiel à morfologia bastante acidentada nesta zona da ilha de Oahu;












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O nome especulado do lendário de Pokémon Sun é Solgaleo.




Aqui podemos vê-lo numas ruínas (outra tradição no que toca à localização de lendários) com os símbolos solar e lunar representativos das versões Sun e Moon













Uma imagem mais próxima do focinho de Solgaleo.












O símbolo de Sun que tem no topo da cabeça apenas é activado ao atacar?










O nome especulado do lendário de Pokémon Moon é Lunaala.

Aqui podemos vê-lo no meio de umas ruínas com os símbolos de Sun e Moon (em ordem inversa aos das outras ruínas).












Lunaala a executar o seu signature move, em que todo o corpo fica da forma do símbolo da versão Moon.




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Agora, falemos um pouco da nossa opinião sobre os novos Pokémon.





















Daniel 'Nuzlocker' Carrilho: Tenho que dizer que gostei desta coruja. É cute, tem um typing novo dentro dos starters, e um signature move logo a nível 5! Como não gostar?








Claro que dificilmente vai ser tão cute nas próximas evoluções, possivelmente seguindo o caminho do Noctowl. O laçarote de folhas, e atirar penas-folhas como os atiradores de facas dos circos indicam que pode haver um padrão circense comum aos três Pokémon iniciais de Alola.












Exemplo de atirador de facas circense 


João 'Pliskin' Frias: Opiniões são opiniões mas parece ser unânime que esta pequena bola de penas arrecada o título de "inicial mais cute". Uma coisa é certa, a internet já o adora e a pequena coruja parece granjear uma popularidade fora do comum para a tipologia de inicial que representa. Em termos de dupla tipologia, ser voador é de facto uma adição interessante para a escolha inicial nem que seja por nos poupar à captura do 'tradicional' Pokémon-pássaro regional, desde logo para efeitos de vôo com o Fly que, de certa forma, acaba por ser o principal papel destes Pokémon voadores.






Em termos de design e hipotética evolução neste campo com as restantes formas, prevejo que a coruja de erva poderá seguir o exemplo do Piplup em Sinnoh, não só por se tratar de ave cute, arredondada e de formas simples enquanto básico mas porque mochos e corujas conseguem reunir o factor cute e badass bastante evidente, dependendo da espécie. Portanto, tal como Piplup evolui de um pinguim fofo para um majestoso (Empoleon), o mesmo poderá a vir a acontecer com Rowlet, terminando a sua cadeia evolutiva numa elegante e igualmente majestosa coruja. Não há muito por onde errar com um design baseado nestas aves de rapina nocturnas.





















Daniel 'Nuzlocker' Carrilho: Também gostei do gato. A ideia de pêlo inflamável é interessante, o design simples e elegante. Por enquanto é o meu inicial favorito.





Quanto ás evoluções, quiçá Fire/Dark ou Fire/Poison? Digo isto devido ao símbolo que tem na testa, que está associado com Brimstone (Enxofre), um elemento vulcânico de cheiro intenso que é um dos constituintes da pólvora. "Fire and Brimstone" é também uma expressão que significa "fúria de Deus". O símbolo também signfica "rei" em chinês e é associado aos tigres, dando uma pista importante para as evoluções. Seguindo o tema do circo dos outros dois starters (neste caso, não tão evidente), acho que podemos ter aqui um felídeo correspondente à bola de canhão humana/fogo de artifício. O pêlo de aspecto queimado, os bigodes e a cauda em forma de rastilho todos ajudam a dar um aspecto "explosivo".







Fogo de artificio chinês no filme "Mulan"


João 'Pliskin' Frias: O representante de Fogo é, ao contrário de outros Pokémon do mesmo tipo, a antítese do que este representa: calmo e reservado ao contrário das personalidades tendencialmente mais extropectivas e outgoing dos Fire-types. Pelo menos à primeira vista. 




Sendo um gato e de fogo, reune de imediato dois factores que favorecem a sua popularidade entre os treinadores sendo que possívelmente poderá vir a reunir a tipologia Fire/Dark nas respectivas evoluções se tivermos como base uma suposição meramente estética: é preto e vermelho e as cores geralmente não enganam quando se trata de representarem tipologias. Se o vermelho representa o fogo, o pêlo negro parece ser evidente no significado. Houndoom felídeo? Pelo menos partilham as cores, veremos a seu tempo.






Em termos de design é elegante como qualquer felídeo que se preze e com uma notória influência nipónica no desenho, tendencialmente chibi, nomeadamente da cabeça e respectivas características, desde logo os olhos, para além de um belo par de farfalhudos bigodes estilizados. É interessante notar que partilha semelhanças estéticas com outros Pokémon felídeos, nomeadamente o Shinx e respectivas evoluções em pormenores de desenho como as patas listadas. Será que as listas são uma pista que sustenta a hipótese deste pequeno gato vir a evoluir para um Pokémon tigre? Ou o pêlo preto poderá aludir a uma pantera negra? Qualquer que seja a base das evoluções, ambas as espécies de big cats encaixam no background regional, ou não se tratasse de uma região tropical.



Outra dúvida pertinente: Manter-se-á quadrúpede ou tornar-se-á bípede, à semelhança de Fennekin e respectivas evoluções?


















Daniel 'Nuzlocker' Carrilho: Já este, não gostei muito. O conceito de um leão-marinho do circo que faz acrobacias com balões de água até é bom, mas o design não me agrada. Espero que as evoluções o consigam redimir, como já aconteceu a outros starters.



Uma transição como a de Oshawott para Samurott seria excelente, mas não estou a ver a repetirem outro leão-marinho na forma final. Ou algo mais humanoide, ou ainda menos (como um golfinho, para manter o tema de performance aquática). Quanto a typingFairy parece-me o mais óbvio sub-tipo devido à sua graciosidade para actuações, ou talvez Psychic se enredar pela via do malabarismo.









Exemplo de performance de um leão-marinho em espéctaculos aquáticos




João 'Pliskin' Frias: Por último, Popplio, o leão-marinho acrobata. Este leão-marinho apresenta desde logo atributos interessantes na maneira como é descrito, sendo destacada a sua energia e determinação. Sendo um Pokémon acrobata, cujo estilo de combate provavelemente reflecte esta ênfase nos movimentos corporais em combate, creio que reúne as condições para vir a representar o tipo Fighting, juntamente com Water






Em termos de design, não se pode dizer que esteja a reunir popularidade (e convenhamos, o desenho é logo a primeira coisa que notamos e um factor importante para a aceitação de determinado Pokémon) embora pessoalmente não ache um falhanço neste campo. Em boa verdade, apenas acho estranho o nariz redondo saliente embora seja compreensível num Pokémon que recorre a acrobacias e equilibrismo (desde logo com a ponta do nariz) para lutar ou simplemente brincar. No entanto a fraca popularidade em relação aos outros dois parece ser evidente devido à estética goofy que lhe está associada.






No entanto, uma lição preciosa a ter em conta é "não julgar o livro pela sua capa" e disso são exemplos vários Pokémon de design duvidoso que evoluiram para designs fantásticos, redimindo-se aos olhos de muitos treinadores. Exemplo paradigmático e que no seu tempo também foi alvo de pouca popularicade devido ao seu design clownish é o Oshawott, também ele inicial e de Água. Sendo que sempre escolhi Água quando se trata da escolha inicial, eu (tal como muitos outros) levantei o sobrolho ao ver o Oshawott pela primeira vez e no entanto, ironicamente, através quer do Dewott e do Samurott, descobri aquele que, nas suas três formas, se viria a tornar o meu Pokémon inicial favorito.



Em suma, tal como o Oshawott, Popplio parece estar a atravessar uma difícil fase de aceitação devido ao seu desenho mas à semelhança do primeiro, pode tudo não passar do "efeito patinho feio" (ou deverei dizer, "Efeito Feebas"?) e este evoluir para duas formas dignas de nota pelas melhores razões, nomeadamente estéticas. Talvez desta forma o inicial de Água possa vir a contar com o amor que merece, que parece notoriamente repartido, aos olhos dos treinadores, pela coruja de Erva e pelo gato de Fogo em detrimento do leão-marinho acrobática.





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Dos Pokémon iniciais passamos às cover legends de Sun & Moon:








Solgaleo


(nome especulativo)










Daniel 'Nuzlocker' Carrilho: Adorei o leão solar! Há muito que se especulava que fosse um leão, mas este conseguiu superar os fakes. Agora, qual será o seu tipo? Fire? Electric? Fairy? Uma combinação entre estes três? Ou até um novo tipo? Apenas sei que provavelmente vou optar pela versão Sun.




João 'Pliskin' Frias: Devo apontar desde já um pormenor pessoal relevante: Sun & Moon são os primeiros jogos onde ambos os lendários de capa (por outras palavras, as mascotes de cada versão) me conseguem cativar em termos e desenho, ou seja, consigo gostar de ambos sem favorecer um em particular o que é notável sendo que ambos são radicalmente diferentes, seja em desenho como simbologia. O mais perto que um consenso deste género esteve perto de acontecer foi na quinta geração com Reshiram e Zekrom e ainda assim a preferência pendeu ligeiramente para o dragão eléctrico.



Portanto temos um leão solar, Solgaleo, qual Entei abeçoado pelo do astro. A luz que representa está bem representada nos pormenores a dourado, no lustroso pelo branco e na magnífica juba desenhada de modo a que as pontas, juntamente com a cabeça, funcionem como uma alusão imediata ao astro e aos raios solares. A isto se chama design inteligente, juntar harmoniosamente duas inspirações estéticas num único elemento de forma harmoniosa, neste caso a forma característica da juba de um leão e a representação tradicional do sol. Majestoso e dominante na presença. Como tem sido tradição desde Unova no que toca aos lendários de capa  (com excepção no Xerneas), tem os olhos da cor característica  da versão oposta para efeitos de contraste. Neste caso, olhos azuis, ao passo que o morcego lunar os tem vermelhos/magenta por inversão.



Em termos de tipologia, Solgaleo é duvidoso. Se por um lado Fire é praticamente um dado adquirido ou não representasse o sol, o segundo tipo - se não for puro - é mais difícil de discernir e para já, tal como no morcego lunar, é uma suposição que tem em conta sobretudo o design de ambos e o que podemos depreender seja do que se apresenta aos olhos como das inspirações astronómicas que lhes servem de inspiração. Fire/Fighting? Fire/Steel? Fire/Fairy? Fire/Electric?



Há quem fale até de um novo tipo, Light, em contraponto a Dark. Fire/Light, sendo o "embaixador" deste novo tipo? Bem, o leão solar é 'radiante' quanto baste para nos colocar na dúvida, isso é certo.




Uma última nota para o padrão branco e dourado pouco habitual e que inevitavelmente remete para um outro Pokémon lendário, este com uma posição bastante destacada no universo Pokémon. Coincidência ou não, tendo em conta (*cof*) futuros jogos da série principal, este pormenor dá que pensar, assim como a relação astronómica de Solgaleo e Lunaala que vai para além da dimensão terrestre. Mas isso é debate e teorização para outra altura, ou seja, estou a divagar. Concentremo-nos em Alola.






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Lunaala


(nome especulativo)








Daniel 'Nuzlocker' Carrilho: Também gostei do morcego lunar. A forma do corpo ser o símbolo de Moon é um óbvio paralelismo com Yveltal que tem a forma exacta do Y. Por esta razão, e pelo aspecto esquelético, aposto no tipo Ghost/Flying, não excluindo a hipótese de Fairy/Flying (devido á Lua ser um símbolo tão omnipresente nas fadas).




João 'Pliskin' Frias: Segue-se o elegante morcego lunar., Lunaala. Se o leão solar marca pela sua presença em terra, o morcego não lhe fica atrás no que toca aos céus. Mais uma vez e tal como no leão, temos a evidência de design inteligente e bem pensado na concepção do representante da versão lunar. Se no leão a juba representa o sol, no morcego são as asas que representam a lua para além da coroa lunar e da ponta da cauda deste, sendo que cada asa representa o quarto crescente e minguante, dependendo da perspectiva e quando abertas em simetria, unidas nas pontas, representam quer a lua cheia como a lua nova, dependendo se atendemos aos detalhes dourados no primeiro caso ou no  azul-arroxeado do restante corpo para o segundo. O dourado representa o brilho lunar da lua cheia (ou os raios solares no caso de Solgaleo) enquanto que o azul representa a escuridão do firmamento destacado em noites de lua nova. Interessante notar que, já que falamos de firmamento (por outras palavras, na abóboda celeste) as cabeças de ambos os lendários destacam-se por representarem isso mesmo, o firmamento com um campo de estrelas bem evidente, em mais que provável alusão ao espaço/universo em geral. Este pormenor astral e enigmático acaba por ser o elemento visual em comum mais evidente que une os dois lendários.



Mas há outro pormenor que pode escapar à primeira vista: a representação alternativa de um eclipse solar: repare-se no corpo escuro do Pokémon (a representar a lua nova) e as orlas a dourado das asas que, quando vistas em simetria, parecem representar o brilho do sol em torno da lua quando ocorre um eclipse solar. É de facto fantástico constatar estes pequenos pormenores na 'desconstrução' destes Pokémon, detalhes que no seu conjunto contribuem significativamente para a legitimidade de determinado Pokémon face às suas inspirações, o que denota desde logo um cuidado evidente com a sua criação e representação, neste caso concreto quer de Solgaleo como de Lunaala. Nota para as semelhanças notórias do morcego lunar com o representante kalosiano da versão Y, Yveltal.



Em termos de tipologia, o Lunaala não parece, à primeira vista, gerar as mesmas dúvidas que o Solgaleo apesar de não remeter de imediato para um tipo concreto como no caso de Fire com o leão. As minhas suspeitas vão para um hipotético Dark/Fairy, tendo em conta quer a escuridão da noite como o factor novidade que as fadas ainda representam e a falta de representantes mais 'obscuros' deste tipo. Ghost também é uma hipótese viável devido à representação notoriamente espectral do Pokémon ou mesmo Flying tendo em conta que, bem, tem asas e voa como qualquer morcego.



Por outro lado, o Lunaala representa a lua e o luar representa, por sua vez, luz na escuridão nocturna, portanto porque não ser Light também à semelhança do leão, tendo ambos como base as diferentes luminosidades que o Sol e a Lua irradiam? Isto partindo do pressuposto que o tipo Light será uma realidade. Veremos.





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E é tudo, por agora. Estejam atentos à próxima revista CoroCoro que está quase quase aí.





Se conseguiram encontrar mais alguma coisa que nos pode ter escapado, ou simplesmente querem dizer a vossa opinião sobre os novos jogos Pokémon, não se esqueçam de deixar comentário, aqui ou nas partilhas da publicação!





Agora que as primeiras decisões começam a ser feitas e em jeito de consulta à comunidade, estão de momento abertas mais duas sondagens aqui no PCB (ver barra lateral). Queremos saber quais as versões que vão escolher e se já optaram por um dos Pokémon iniciais ou ainda estão indecisos.





Os resultados da anterior sondagem já se encontram disponíveis. Dos oitenta votos recolhidos, 62 destes, o correspondente a 78% dos votantes, consideram que Sun & Moon integram a 7ª geração da série principal.










Autoria:





Daniel 'Nuzlocker' Carrilho e João 'Pliskin' Frias